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Comparação de Séries Históricas de Escolarização no Brasil: Paglayan (APSR) vs. Kang et al.
Este gráfico apresenta uma análise comparativa de duas séries históricas fundamentais para o estudo da educação no Brasil, evidenciando como diferentes escolhas metodológicas impactam a percepção do avanço educacional: Metodologia de Paglayan (2024): A autora utiliza como métrica a matrícula no ensino primário dividida pela população total na faixa de 5 a 14 anos. Como apontado na discussão, essa escolha impõe um "vínculo" rígido ao denominador: se um estudante conclui o primário e avança para o ensino secundário antes dos 14 anos, ele deixa de ser contabilizado no numerador (matrícula primária), mas permanece no denominador (população 5-14). Isso tende a subestimar a cobertura real em sistemas onde a progressão para o ensino médio é mais rápida ou onde a estrutura do ensino primário é mais curta que o intervalo de 10 anos da base populacional. Metodologia de Kang et al. (2021): Os autores calculam a Taxa Bruta de Escolarização (Gross Enrollment Ratio - GER) para o Ensino Fundamental. A GER é definida como o total de matrículas no nível de ensino (independentemente da idade do aluno) dividido pela população na idade teórica correspondente a esse nível. No caso brasileiro, o uso da GER permite que a taxa ultrapasse 100% (conforme visível no gráfico a partir de 1990), capturando de forma mais precisa o esforço de atendimento do Estado, inclusive de alunos com distorção idade-série e repetentes que ainda estão cursando o nível primário/fundamental.
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Figure 8